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Posters de Vampire Weekend: de Vampire Weekend a Only God Was Above Us

De um lustre em Columbia a um horizonte sufocado pelo nevoeiro, cada capa dos Vampire Weekend conta uma história. Posters com qualidade de museu, em tamanhos A4 a A1, emoldurados ou sem moldura.

4,8· 8521 avaliações
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Os posters Vampire Weekend são tirados de arte independentes inspirados na banda, impressos em papel mate de qualidade museu 200gsm. Disponíveis em formatos A4 a A1, com ou sem moldura. Cores fiéis e acabamento premium, ideais para uma parede de galeria. Não são produtos oficiais nem licenciados.

Formação
New York City, 2006
Álbum de estreia
Vampire Weekend (2008)
Álbuns notáveis
Contra (2010), Modern Vampires of the City (2013), Father of the Bride (2019)
Género
Indie rock, baroque pop, influências afropop
Vocalista
Ezra Koenig
Papel
Mate de qualidade museu 200gsm
Tamanhos
A4 a A1
Molduras
Preta, branco crómio, ou sem moldura
Promoção
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Poucas bandas transformaram um campus universitário num autêntico universo musical como os Vampire Weekend. Formados na Universidade de Columbia em 2006 por Ezra Koenig, Rostam Batmanglij, Chris Baio e Chris Tomson, o grupo fundiu guitarras afropop, cordas de chamber pop e um espírito irónico da costa leste norte-americana numa sonoridade que soava completamente nova. As capas dos seus álbuns são tão cuidadas quanto as suas canções, e é exatamente por isso que resultam tão bem numa parede. Eis como se lê o catálogo, disco a disco.

A Trilogia de Columbia (2008 a 2013)

O álbum de estreia, Vampire Weekend, saiu pela XL Recordings em janeiro de 2008 e chegou já plenamente formado. A capa é uma Polaroid de um lustre fotografado em St. Anthony Hall, uma casa de sociedade semissecreta em Columbia onde a banda tocou alguns dos seus primeiros concertos. É uma imagem discreta e aristocrática para um disco cheio de canções vibrantes e inquietas como A-Punk, Oxford Comma e Cape Cod Kwassa Kwassa. Pendurado numa parede, esse lustre solitário transmite elegância e um toque de mistério, um ponto de entrada perfeito para a coleção.

Dois anos depois chegou Contra, que estreou no número um da Billboard 200. A sua capa é uma das mais comentadas do indie rock: uma Polaroid desbotada de 1983 de uma mulher loira com uma polo, encontrada por Rostam através de uma simples pesquisa no Flickr. A imagem gerou mais tarde um processo judicial da modelo, Ann Kirsten Kennis, que a banda resolveu em 2011. Polémica à parte, o retrato desbotado transmite pura nostalgia e ancora qualquer divisão com uma calma quente e desbotada pelo sol.

A trilogia fecha com Modern Vampires of the City, amplamente considerado a obra-prima da banda. Para a capa escolheram a fotografia inquietante de Neal Boenzi do episódio de nevoeiro tóxico de Nova Iorque em 1966, com o horizonte engolido pela neblina cinzenta. Encaixa perfeitamente num álbum obcecado pela mortalidade, pela fé e pela passagem do tempo. O disco venceu o Grammy de Melhor Álbum de Música Alternativa e tornou os Vampire Weekend na primeira banda indie com dois álbuns de estreia consecutivos no número um. Como impressão, esse horizonte enevoado é envolvente, cinematográfico e sempre gratificante de contemplar.

A Reinvenção (2019 a 2024)

Father of the Bride assinalou um novo capítulo, o primeiro álbum depois de Rostam ter deixado a banda como membro de pleno direito em 2016. Tudo ficou maior e mais solar. O extenso álbum duplo de dezoito faixas troca a aspereza urbana por um globo desenhado ao estilo de banda desenhada, envolto num branco digital brilhante, com o título escrito numa tipografia retro e alegre. Valeu à banda um segundo Grammy de Melhor Álbum de Música Alternativa. Na parede, o seu motivo lúdico da Terra traz cor e otimismo instantâneos, um contraponto encantador às capas mais sombrias.

Depois veio Only God Was Above Us em 2024, um regresso à mitologia de Nova Iorque. A capa utiliza a fotografia de 1988 de Steven Siegel de uma carruagem de metro destruída, com um homem a ler um jornal cuja manchete dá nome ao álbum. Gravado como trio, o disco é denso, estratificado e inconfundivelmente um álbum dos Vampire Weekend, prova de que a banda não perdeu nada da sua ambição. A imagem crua a preto e branco resulta numa peça de destaque digna de galeria.

Todos os posters desta coleção são impressos em papel de qualidade de museu com tintas ricas e de arquivo, e estão disponíveis numa gama completa de tamanhos, do compacto A4 até ao imponente A1. Escolha a versão emoldurada para um visual acabado, pronto a pendurar, ou sem moldura se preferir a sua própria moldura ou um sistema de molas e ganchos. Os formatos maiores A1 e A2 funcionam lindamente como ponto focal único acima de um sofá ou cama, enquanto A3 e A4 se encaixam bem em prateleiras, secretárias e cantos mais apertados. As encomendas são enviadas para todo o mundo em embalagem protetora, para que a sua impressão chegue lisa e sem danos.

Como as cinco capas alternam entre sombrio e luminoso, fotográfico e ilustrado, combinam maravilhosamente numa parede de galeria. Combine o horizonte enevoado de Modern Vampires com o globo solar de Father of the Bride para criar contraste, ou apresente as cinco por ordem de lançamento para uma linha do tempo da evolução da banda. Três ou cinco molduras em acabamentos a condizer garantem o resultado mais coeso.

Vampire Weekend em Portugal

Os Vampire Weekend têm uma relação consistente com Portugal, tendo actuado no país em três ocasiões documentadas entre 2019 e 2025. A banda norte-americana regressou ao território português a 13 de Agosto de 2025 no festival Vodafone Paredes de Coura, na Praia Fluvial do Taboão, marcando o seu retorno após seis anos de ausência. Anteriormente, os Vampire Weekend tocaram no NOS Alive a 12 de Julho de 2019 no Passeio Marítimo de Algés (zona de Oeiras/Lisboa) e no Coliseu dos Recreios em Lisboa a 26 de Novembro de 2019, concerto que foi anunciado pelo próprio grupo durante a actuação no festival de Verão.

vampire weekend Father of the Bride Deluxe poster poster

Mais do que a maioria das bandas, os Vampire Weekend construíram um mundo visual à altura da sua música. Cada capa é uma imagem encontrada com uma história real por trás, desde um candelabro de Columbia a um horizonte sufocado pelo smog ou uma carruagem de metro esquecida. Essa profundidade é exatamente o que faz com que valha a pena viver com estes posters. Não são apenas merch da banda, são pequenos pedaços de história fotográfica e cultural que, por acaso, soam como os seus álbuns favoritos.\n\nQuer tenha chegado através da energia frenética de A-Punk, da tristeza panorâmica de Step ou da amplitude de Harmony Hall, há aqui uma capa que marca o seu ponto de entrada. Comece pelo álbum que mais significa para si e, depois, deixe a parede crescer à medida que o seu gosto também cresce.\n\nCada impressão é feita segundo padrões de museu, com tamanhos que vão do A4 ao A1, e disponível com ou sem moldura para se adaptar ao seu espaço e ao seu orçamento. Demore o tempo que precisar, compare as capas lado a lado e escolha aquela que a faz sentir em casa.

Bom saber sobre de Vampire Weekend

  • Os Vampire Weekend formaram-se na Universidade de Columbia em 2006, e os quatro membros fundadores eram todos estudantes do Columbia College, razão pela qual canções iniciais como Campus, Mansard Roof e Harmony Hall fazem referência aos seus anos universitários.
  • A capa da estreia homónima de 2008 é uma Polaroid de um lustre fotografado em St. Anthony Hall, uma casa de sociedade semissecreta em Columbia onde a banda deu alguns dos seus primeiros concertos no campus.
  • A capa de Contra é uma Polaroid de 1983 que Rostam Batmanglij encontrou através de uma simples pesquisa no Flickr; a modelo, Ann Kirsten Kennis, processou mais tarde a banda pelo uso da sua imagem, e o caso foi resolvido em 2011.
  • Contra estreou no número um da Billboard 200 em 2010, um resultado invulgarmente forte para uma banda indie numa editora independente como a XL Recordings.
  • Para Modern Vampires of the City, a banda escolheu a fotografia de Neal Boenzi do episódio de nevoeiro tóxico de Nova Iorque em 1966, citando o caráter inquietante tanto do título como do horizonte envolto em neblina.
  • Com Contra em 2010 e Modern Vampires of the City em 2013, os Vampire Weekend tornaram-se a primeira banda indie a colocar dois álbuns consecutivos no número um da Billboard 200.
  • A banda venceu o Grammy de Melhor Álbum de Música Alternativa duas vezes, por Modern Vampires of the City em 2014 e por Father of the Bride em 2020.
  • Only God Was Above Us, em 2024, foi o primeiro álbum da banda gravado como trio depois de Rostam ter saído em 2016, e a sua capa utiliza a fotografia de 1988 de Steven Siegel do metro.
  • O concerto de 26 de Novembro de 2019 no Coliseu dos Recreios em Lisboa apresentou um alinhamento de 28 canções e registou uma sala bem preenchida, segundo a crítica portuguesa da época. Este espectáculo em recinto fechado aconteceu poucos meses depois da passagem da banda pelo NOS Alive, demonstrando a procura do público português pelos Vampire Weekend nesse ano.
  • Durante a actuação no NOS Alive a 12 de Julho de 2019, os Vampire Weekend anunciaram do palco o concerto de regresso a Lisboa agendado para Novembro desse mesmo ano no Coliseu de Lisboa. Esta estratégia de comunicação directa com o público português revelou a intenção da banda de consolidar a sua presença no mercado nacional através de múltiplas datas no mesmo ano.
  • A actuação de 13 de Agosto de 2025 em Paredes de Coura inseriu-se na digressão Only God Was Above Us Tour e foi descrita pela imprensa portuguesa como o primeiro regresso dos Vampire Weekend a Portugal desde 2019. Este hiato de seis anos entre visitas ao país contrastou com a frequência de actuações registada em 2019, quando a banda tocou duas vezes em território português num intervalo de apenas quatro meses.

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